Jovem tem faturamento de 4 milhões vendendo Brownies

Aposto que na sua infância ou adolescência, quando você percebeu a importância do dinheiro, quis abrir algum pequeno negócio, sozinho ou com amigos, para ganhar uns trocados. Tem gente que escolhe o comércio e vende gibis, figurinhas ou jogos de vídeo game. Outros preferem os serviços e acabam lavando o carro do vizinho, trabalhando de baby-sitter ou dando aquela aula básica de informática para as amigas da vovó. Essas iniciativas geralmente duram algumas semanas, o suficiente pra você conseguir comprar um tênis ou juntar uma grana para levar na próxima viagem. No caso do Luiz Quinderé, 25, do Brownie do Luiz. Essa história já dura 10 anos e, mais do que se tornar um negócio financeiramente viável, serviu de instrumento para um profundo “life hacking”, que continua gerando novos desdobramentos na vida dele.

Aos 15 anos de idade, o então estudante do primeiro ano do ensino médio de uma escola do Rio de Janeiro, começou a levar de lanche os brownies que ele mesmo fazia em casa. Os amigos sempre pediam uma mordida e, com o tempo, o encorajaram a levar alguns para vender, que eram disputadíssimos na hora do recreio. O boca a boca continuou na época da universidade, fazendo com que o agora estudante de Administração começasse a vender os doces na PUC Rio.

Além do original (3,50 reais), há outros seis sabores de brownie, como os recheados (5 reais) e o com castanha de caju (6 reais).
Além do original (3,50 reais), há outros seis sabores de brownie, como os recheados (5 reais) e o com castanha de caju (6 reais).
Depois de seis anos de trabalho informal e caseiro, o Brownie do Luiz já era sucesso não apenas na Gávea, onde Luiz fazia as entregas de skate, mas também em eventos e lojas que encomendavam os doces para revender. Foi quando surgiu o convite para uma participação no programa Mais Você, na Rede Globo. Luiz foi, preparou o seu brownie com a ajuda da apresentadora Ana Maria Braga, e tudo mudou. A repercussão foi tamanha que os pedidos não paravam de chegar e Luiz percebeu a necessidade de aumentar a produção, contratando funcionários e migrando a produção para uma cozinha industrial.

“Não tinha mais como manter daquela forma, na casa dos meus pais. No final, eu usava o quarto de empregada e todo o corredor como estoque, a sala como área de embalagem e já tinha praticamente roubado a cozinha da minha mãe. Era a hora certa de arriscar uma coisa maior”, conta Luiz.
Ele devolveu a cozinha para a mãe, mas levou a funcionária que trabalhava lá. Vania Maria Filgueiras, que cozinhava os brownies com ele desde o início, abandonou o emprego de anos e ainda levou junto Paulo Sergio de Andrade, o Paulinho, seu marido, que era porteiro e largou o emprego para ir ganhar menos ajudando o garoto que fazia os brownies. Foram todos trabalhar num espaço de 20m² em Laranjeiras (também no Rio) que acomodava 15 pessoas numa ritmo de produção frenética. “Olhando para trás, foi uma loucura. A gente ficou um tempo lá, juntamos um dinheiro, peguei um pouco mais emprestado com a minha mãe e fomos para um espaço dez vezes maior, na Praça da Bandeira. Uma fábrica de verdade. O ponto em Laranjeiras virou a nossa primeira loja”, diz Luiz.

E ENTÃO A BRINCADEIRA FICA SÉRIA

A partir da expansão, surgiram as responsabilidades. Ele teria de pagar aluguel, bancar todas as contas e contratar gente para viabilizar esse crescimento. “Durante os meus seis anos da informalidade, eu poderia parar tudo quando quisesse. Não pagava aluguel e só pagava um variável ao pessoal que me ajudava. Agora, a brincadeira ficaria bem mais séria”, diz ele, e prossegue:
“Não gosto muito desse papo de que você deixa de ser empreendedor e vira empresário. Para mim, é fundamental empreender sempre dentro do seu negócio e dar condições para que as pessoas que trabalham com você façam o mesmo”

No entanto, ele afirma que, “sem dúvida, existe uma transição importante e difícil no momento em que você percebe que o seu negócio ‘vingou’ e tem que se formalizar, se estruturar e começar a gerir uma operação cada vez maior”.

Luiz acredita que há dois grandes desafios para os empreendedores nessa etapa. O primeiro é enfrentar a burocracia brasileira. “Formalizar um negócio no Brasil não é fácil. Você começa a tratar com muitos órgãos diferentes que parecem só querer te atrapalhar. Eu quase desisti, ou pelo menos parei pra avaliar se valia a pena crescer e assumir toda essa dor de cabeça.” O segundo é começar a administrar o que ele acredita ser o ativo mais valioso de qualquer empresa: gente.

Sem segredo: a receita do brownie é divulgada no site, "para as pessoas saberem que poderiam fazer em casa".
Sem segredo: a receita do brownie é divulgada no site, “para as pessoas saberem que poderiam fazer em casa”.
Para ele, foi difícil abandonar o controle de funções que ele estava acostumado a fazer sozinho. “Eu comprava os ingredientes, embalava, vendia, entregava, fazia as mídias sociais, tudo praticamente sozinho, por muito tempo. Acabei me tornando muito centralizador. A minha sorte é que tive sempre gente bacana do meu lado para me ajudar e aos poucos fui aprendendo a delegar”, afirma.
Essa “gente bacana” à qual ele se refere o tempo todo na conversa incluía alguns “amigos do peito”, “irmãos camaradas”, que pouco em pouco o ajudaram a a criar o logo, deram dicas jurídicas e administrativas, ajudavam a embalar e etiquetar os brownies etc. Luiz acabou chamando cinco dessas pessoas para integrar a sociedade da empresa com ele. “Não é que tivesse alguma dívida com eles, mas queria muito todos por perto”, diz. Hoje o Brownie do Luiz tem seis sócios, entre eles Vania e Paulinho.
“O brownie leva o meu nome, mas não seria o que é se não fossem eles. Antes eu tinha uma coisa de querer que as pessoas que entrassem aqui ficassem trabalhando comigo para sempre. Hoje, já entendo que isso até pode ser um desejo meu, mas cada um tem os seus sonhos e caminhos. O que quero é que as pessoas usem a experiência aqui dentro para crescerem, evoluírem e me ajudarem a fazer o mesmo. Quero que o Brownie do Luiz seja um lugar de transformação”, diz ele. Ainda sobre o assunto, o empreendedor faz um exercício de olhar para si e contar sobre o que nesses 10 anos:
“Eu era um moleque de 15 anos que não tinha obrigações, nem compromisso com nada. Cheguei a ser expulso do meu colégio e nem me formei na faculdade. O negócio começou como uma brincadeira e acabou me ensinando muito sobre mim, quem eu realmente sou e do que sou capaz. Nunca tive um emprego formal e, hoje, assino 35 carteiras de trabalho. Muitas famílias dependem da minha empresa. O brownie me ensinou a deixar de ser moleque.”
O homem que hoje comanda o negócio já não mora com os pais, está dividindo um apartamento com alguns amigos, mais próximo do trabalho. Ele conta que ter a família por perto quando tudo começou foi fundamental. A mãe, sócia de um tradicional bar e restaurante no Leblon, o ajudou muito como mentora. O pai, ambientalista e músico, teve forte influência no propósito da empresa. “Sou músico por causa dele e sempre vivi com uma preocupação ambiental grande dentro de casa. Por isso, desde o início, nosso produto mais vendido é a casquinha (da borda da forma) que, por não ser quadrada e não poder ir na embalagem tradicional, é vendida dentro da lata do achocolatado usado na receita, que iria para o lixo. Ou seja, a gente fez de dois elementos que seriam descartados, a estrela da companhia”, conta ele.
Desde o início do negócio, Luiz comercializa as casquinhas do bolo em lata (a 20 reais). Em 2015, estreou no ramo da cerveja: "Nunca pensei que pudesse me tornar cervejeiro".
Desde o início do negócio, Luiz comercializa as casquinhas do bolo em lata (a 20 reais). Em 2015, estreou no ramo da cerveja com uma Golden Ale: “Nunca pensei que pudesse me tornar cervejeiro” (foto: Brin).

No momento a companhia está construindo sua terceira fábrica e possui duas lojas próprias na Zona Sul carioca (Laranjeiras e Leblon). Está presente em mais de 200 pontos de venda no Rio e em alguns poucos em São Paulo, entre eles o Eataly. Segue fazendo as entregas à moda antiga: o cliente liga, faz a encomenda e recebe os brownies em casa, no dia seguinte. E pode também comprar na loja virtual, que atende todo o território nacional. O brownie no sabor original sai por 3,50 reais a unidade, os recheados (de Nutella, limão, maracujá, doce de leite ou chocolate branco) saem por 5 reais, o brownie com castanha de caju custa 6 reais. Além disso, é possível comprar o tabuleiro inteiro, por 60 reais. Ou a lata com as casquinhas do bolo, por 20 reais. Há também caixas de degustação, por 55 e 90 reais, dependendo do tamanho.
“A gente não para de crescer. O mês de novembro foi o melhor da história, vendemos em torno de 12 toneladas” conta ele. A projeção era fechar 2015 com um aumento de 80% do faturamento em relação ao ano anterior.

EXPANSÃO, CONCORRÊNCIA E PLANOS PARA O FUTURO

O sucesso dos brownies não passou despercebido. Algumas outras marcas surgiram no mercado, mas Luiz não encara isso com preocupação. “A palavra concorrência não vem de competição. Vem de correr junto. A concorrência é um cara que está ali para te ajudar a continuar crescendo. Poucas pessoas pensam assim e tem gente que acha que eu sou maluco por isso”, diz. Ele entende o seu mercado como o mercado de doces, que é “gigantesco e dominado por grandes players”, e que pensar que uma outra marca de brownie é sua concorrente seria uma visão muito limitada dessa realidade:
“Somos duas formigas brigando pelo Maracanã. Se outra marca vende brownie, ela está mais me ajudando a desenvolver uma cultura doces artesanais e mais pessoais do que querendo me roubar uma fatia de mercado”

Luiz conta que já recebeu várias propostas de gente querendo investir na empres, mas nunca quis. “Não quero alguém que não me conhece direito, que não conhece os meus valores e que vai ficar sentado atrás da mesa querendo um retorno financeiro”, diz. “Até por que o dinheiro, definitivamente, não é prioridade. A gente quer ver as pessoas crescendo e participando.”
Equipe reunida na festa de dois anos da loja de Laranjeiras, no Rio.
Equipe reunida na festa de dois anos da loja de Laranjeiras, no Rio.
Para garantir que isso ocorra, Luiz tenta que a gestão seja o mais horizontal possível. Sempre que dá, eles fazem reuniões no fim do mês para que todo mundo fale, sem medos nem segredos, sobre o período. “É para impedir que uma coisinha pequena acabe se transformando num problema maior que você nem sabe mais de onde surgiu”, diz. Trabalho, para ele, é coisa a ser feita com prazer. Quando dá, o surdo e o pandeiro encostados na parede da fábrica ganham vida e dão som ao bloco carnavalesco “Brownie is The New Bolo”, como aconteceu na festa de aniversário de dois anos da loja de Laranjeiras.
Luiz reflete, mais uma vez, sobre como a realização no trabalho significa uma mudança profunda em sua vida: “Realizar coisas é muito maneiro. Ver uma fábrica pronta, uma loja nova, um produto novo… A gente acabou de lançar uma cerveja. Nunca na minha vida pensei que um dia seria um produtor de cerveja. Esse poder de concretizar coisas é muito incrível. Mas o que mais me motiva a trabalhar como eu trabalho é a minha galera, as pessoas que trabalham comigo. Trato trabalho de uma forma bem diferente. Quero estar com elas o máximo de tempo possível”.
Trabalhar com alegria, dividir a sociedade com amigos que o ajudaram, não se incomodar com a concorrência. O que mais? Não ter medo de ser imitado. Outra coisa que fez muita gente chamar o Luiz de louco é o fato dele ter revelado, de cara, qual era a receita do seu brownie 

(está detalhada aqui). Ele abriu o jogo desde o início, não teve aquela história de formula mágica e secreta. A ideia era mostrar que tudo que eles estavam construindo era artesanal, algo tão verdadeiro que qualquer um poderia reproduzir em casa. “O segredo não é a alma do negócio. A alma é que é o segredo do negócio”, diz. Ah, sim, Luiz também dá palestras motivacionais nas quais conta a sua trajetória e, assim, inspira outras pessoas a tomarem a rédea de suas vidas. Não tem segredo. Quer dizer: tem, mas não é segredo.

  • Projeto: Brownie do Luiz
  • O que faz: Brownies artesanais
  • Sócio(s): Luiz Quinderé, Guilherme Smolareck de Barros, Guilherme Lito, Luiz Felipe Rondinelli, Paulo Sergio de Andrade e Vania Maria Filgueiras
  • Funcionários: 35
  • Sede: Rio de Janeiro
  • Início das atividades: 2005
  • Investimento inicial: R$ 20
  • Faturamento: R$ 4 milhões (em 2015)
  • Contato: (21) 3180-0010


  • Fonte: ProjetoDraft

    Empresário fatura vendendo bolo de R$ 10 e conta os ingredientes do negócio

    Joel Pereira vai aumentar sua capacidade produtiva para 4 mil bolos por dia(Aguilar Abecassis )

    Sabor e qualidade dos bolos caseiros é a receita do sucesso


    O pernambucano Joel Pereira, 44 anos, diz que sempre teve vocação para o comércio. De vendedor de lentes oculares, a dono de confecção, ele encontrou na arte de fazer bolos a mudança de vida. Uma dose de experiência, organização e muito trabalho fizeram de Joel um ‘case’ de sucesso.
    Há três anos ele chegava em Manaus com R$ 5 no bolso, decidido a montar uma loja de roupas. Mas o negócio não deu mais certo e então o comerciante teve um insight: vender bolos caseiros. A ideia que começou a um ano e meio veio do Recife, terra de Joel, onde bolo caseiro já virou tradição. A produção começou com apenas 10 unidades por dia. Ele e sua mulher que botavam a mão na massa.
    “Iniciamos vendendo 10 bolos. Hoje temos capacidade diária para 2 mil bolos e agora vai aumentar para 4 mil bolos por dia”, explicou. O faturamento já é empresa de médio porte.
    A produção e as vendas da Aiqbom contam com 40 funcionários, distribuídos em três lojas: Parque 10 Mall, Avenida Das Torres e Avenida Tancredo Neves. Mas Joel sonha em chegar muito mais longe. “Meu sonho é ter uma Aiqbom em todas as zonas da cidade”.
    O empresário conta que dá, sim, pra faturar vendendo bolo caseiro a R$ 10. O diferencial: oferecer preço acessível e produto de qualidade. A margem de lucro por unidade é pequena, mas ele ganha no volume.  “Negócio é tudo igual. O que diferencia é sua conduta dentro dele”, ressalta o empresário.
    Uma das vantagens para o negócio é que Aiqbom só vende à vista - seja no dinheiro ou no débito. Outra estratégia do negócio é oferecer e agilidade ao cliente que vai à loja. Comprar um bolo para o café da manhã ou para o lanche da tarde pode levar em menos de cinco minutos, conta o empresário. Esse é o tempo que ele calcula entre o cliente pedir, efetuar o pagamento e sair da loja com o produto.
    Planos ousados
    Seus planos são ambiciosos. Joel investiu R$ 500 mil para abrir a terceira loja, inaugurada há uma semana na rua Tancredo Neves. No mês que vem ele inaugura outra unidade no shopping Via Norte. O negócio tem dado tão certo que o modelo em breve vai ser exportado para seu lugar de origem. Joel vai abrir uma filial da Aiqbom no Recife.
    Investir em qualidade
    Mais do acertar nos ingredientes para fazer um bolo saboroso: A receita está na estratégia de negócios. Ou seja, fornecedores confiáveis, maquinário moderno, capital de giro reinvestido. E o segredo do sabor caseiro? “Ser fiel à receita, usando as mesmas marcas de ingredientes e os mesmos fornecedores”, responde o empresário.
    Joel ainda ressalta que não usa essência em suas receitas. “Não uso essência nem massa pronta. Você vai comer um bolo de maracujá da própria fruta, por exemplo”. A Aiqbom produz 12 sabores de bolos, entre eles mesclado, formigueiro, chocolate, cenoura, limão, laranja, maracujá, coco, milho e macaxeira - os mais pedidos. A concorrência também não assusta: “Eu não considero como concorrentes essas outras lojas que vendem bolos de R$ 10: minha experiência como comerciante fez a diferença”, conta.
    Lojas da Aiqbom
    Parque Dez Mall
    Shopping Parque Dez Mall
    Tel: (92) 3085-1048

    Tancredo Neves
    Av. Tancredo Neves, 950, Parque Dez (depois do supermercado Veneza)
    Tel: (92) 98142-8409

    Avenida das Torres
    Av. das Torres, Parque das Laranjeiras
    Tel: (92) 99385-7425

    Calda Toffee



    Sabe aquela calda de caramelo deliciosamente perfeita para despejar por cima de um sorvete ou bolo quente? Pois é, essa é a calda. Mas não limite-se ao sorvete, há um mundo de sobremesas que ficam maravilhosas com ela.

    Ingredientes:

    – 1 xícara de açúcar,
    – 1 pitada de flor de sal, aqui, (se não tiver use o sal comum),
    – 1/4 de xícara de água,
    – 50g de manteiga,
    – 1/2 xícara de creme de leite.

    – 1 panela alta e grande, (ela deve ser no mínimo 5 vezes maior do que a quantidade de ingredientes, pois a calda pode transbordar),
    – Fouet ou colher de pau.

    Modo de preparo:

    – Misture o açúcar e o sal com a água até dissolver por completo, ligue o fogo baixo e deixe ferver até virar um caramelo de cor âmbar claro, (nunca mecha enquanto o caramelo estiver fervendo),





    Quando atingir essa cor, acrescente a manteiga e misture vigorosamente, desligue o fogo e acrescente o creme de leite, nessa hora ele vai borbulhar e quase transbordar da panela, mas não pare de mexer até que a mistura fique lisa,

    – Em seguida despeje em potes de vidro.





    Dica: Assim que o caramelo atingir a cor âmbar a adição dos outros ingredientes devem ser feitas de maneira muito rápida, por isso deixe por perto tudo que você irá precisar.

    Fotografia: Cooking Classy
    Fonte: umdocedia

    Creme confeiteiro de caramelo



    Saber fazer um creme de confeiteiro é uma das técnicas básicas que qualquer pessoa envolvida com cozinha (seja confeitaria ou qualquer outra área) deve dominar. Não só porque o creme de confeiteiro tem tantas aplicações – ele serve como base para mousses e soufflés e é recheio de uma série de doces – mas porque é uma das bases da cozinha doce que permite muitas variações, como a de caramelo que irá servir como recheio para o bolo de chocolate e pipoca caramelada que você confere aqui!








    Ingredientes

    1 xícara (chá) / 200g açúcar refinado

    1 xícara (chá) / 240mL creme de leite fresco

    1 xícara (chá) / 240mL leite integral

    1 fava de baunilha

    5 unidades / 100g gemas

    ¼ xícara (chá) / 40g amido de milho

    ¼ xícara (chá) / 50g manteiga sem sal


    Modo de preparo

    11. Em uma panela caramelize o açúcar refinado pelo método seco*.

    22. Quando o caramelo atingir uma cor âmbar, junte o leite, creme de leite, baunilha (cortada ao meio, raspe as sementes e use sementes e casca no leite) e manteiga. Aguarde ferver.

    33. Enquanto isso em uma tigela separe as gemas, junte o amido de milho e bata vagarosamente com um batedor de arame, apenas até misturar.

    44. Junte uma concha da mistura aquecida às gemas e então acrescente ao líquido restante na panela e continue mexendo, em fogo baixo, até que o creme engrosse.

    55. Quando engrossar, desligue, coloque o creme em uma tigela e leve ao **banho maria invertido até esfriar. Reserve para montagem.

    Serve: Serve: --
    Rendimento: 700g
    Tempo de preparo: rápido
    Validade: 3 dias em geladeira

    Fonte: essenciaestudio

    Após perder emprego, paulistana fatura R$ 8.000 ao mês vendendo doces

    Você já desistiu de entrar num curso por falta de tempo? No caso da paulistana Cristina Freitas, de 51 anos, o problema era outro: a falta de residência fixa em virtude do trabalho, transitório, que a impedia de frequentar um curso regular.

    — Eu era gerente de filial de uma empresa de TV a cabo e viajava muito, parecia uma cigana. Com isso, eu não conseguia me matricular num curso comum.

    A solução foi se matricular em cursos online de gastronomia, conta ela. O hobby, contudo, se transformaria em profissão quando a empresa na qual ela trabalhava passou por uma reestruturação, em outubro do ano passado, e ela foi demitida.

    A partir disso, Cristina, que é formada em marketing, passou a produzir biscoitos (R$ 3,50), cupcakes (R$ 5) e panetones (R$ 65 e R$ 90), e levá-los para empresas e lojas na região onde morava, embalados com um cartão com telefone de contato. A estratégia deu certo e, no boca a boca, ela faturou R$ 8.000 em dezembro, seis meses após entrar no curso de gastronomia.
    — No começo é um pouco difícil, eu ia [levar amostra nas lojas] na cara dura mesmo. Ganhava no antigo emprego R$ 10 mil e tenho intenção de manter e até aumentar essa renda. Pra isso é preciso se preparar, buscar conhecimento, ter planejamento... Se não, você morre na praia.     

    Cristina admite que as vendas caíram neste mês, mas afirma que já está procurando alternativas, como o site MamyCake, no qual oferece encomenda de doces e oficinas infantis.

    Treinamento Online

    De acordo com o responsável pela área de estratégia e pesquisa da Catho, Luís Testa, os alunos de cursos online são atualmente tão valorizados quanto os que frequentaram cursos presenciais.

    — Qualquer uma destas modalidades (presencial e online) são igualmente importantes na qualificação profissional; são formas diferentes de atingir o mesmo objetivo. Ótimos profissionais, por falta de tempo, dificuldades de acesso ou outros motivos acabam não tendo a possibilidade de realizar cursos presenciais.

    Segundo o CEO da Eduk, Eduardo Lima, se por um lado os cursos online têm a vantagem da flexibilidade, por outro exigem maior disciplina dos alunos, já que não há um professor para “puxar a orelha”.

    Inaugurada em 2013, a empresa, que faz transmissão ao vivo e gratuita de cursos como gastronomia, artesanato e fotografia, já conta com 300 mil alunos e cursos entre R$ 80 e R$ 320.

    — Apesar de nosso foco ser profissional, ou seja, proporcionar uma grana extra às pessoas, é interessante ver que hoje em dia muita gente está procurando [cursos online] por hobby. Há gente de todas as idades e gêneros.

    Fonte: R7

    Recheio Quatro Leites



    INGREDIENTES

    1 lata de leite condensado
    1 lata de creme de leite
    100ml de leite integral ou de coco
    15 colheres de leite em pó
    1 colher de sopa de emulsificante

    MODO DE FAZER

    Bata tudo na batedeira por 15 minutos.

    Poder do brigadeiro já faz pequena empresa faturar R$ 10 milhões e planejar nova fábrica



    A popularidade do brigadeiro é incontestável. O doce faz parte da cultura nacional, assim como o futebol, o carnaval e a caipirinha. Mas diferente dos outros símbolos, seu potencial econômico nunca havia sido explorado. Confinado em seu próprio país de origem, o doce da infância permaneceu nela e, até pouco tempo, ultrapassar o limite das festas infantis para ganhar o mundo era improvável.
    No entanto, o cenário mudou. Nos últimos anos, sua tradicional receita foi revisitada. Surgiram novas versões – mais sofisticadas – e com o aval gastronômico a guloseima deixou para trás o estigma de doce de criança para fomentar negócios que chegam a faturar milhões.


    O velho conhecido dos brasileiros está tão pop que foi considerado tendência mundial no ano passado em pesquisa realizada pela agência de publicidade J.W. Thompsom. O doce também virou assunto no The New York Times. A publicação o destacou como um ícone brasileiro que começa a fazer a cabeça dos norte-americanos. “O produto é muito versátil e tem uma receita fácil, que aceita adaptações”, diz Fabiana Fairbanks, executiva de marketing de lácteos da Nestlé, maior fabricante no Brasil de leite condensado, matéria-prima usada no preparo do doce.
    Mas todo segmento tem seus gargalos. O do brigadeiro é a expansão. “Ampliar o mix de produtos é quase sempre a melhor alternativa para assegurar o crescimento. No caso desse docinho, é uma forma de aumentar o faturamento e não contar apenas com o volume de vendas, que precisa ser muito grande para ser vantajoso”, analisa Tales Andreassi, coordenador do Centro de Empreendedorismo e Novos Negócios da FGV em São Paulo.

    A visibilidade alcançada fez surgir lojas especializadas. Em pouco tempo, elas conquistaram as principais capitais brasileiras e também atingiram boa saúde financeira. Mesmo com o aumento da concorrência. A mineira Taciana Kalili, 34 anos, viu o despretensioso negócio deslanchar. Radicada em São Paulo, a ex-produtora de moda começou como boa parte dos profissionais do ramo: informalmente. O sucesso de seus brigadeiros, porém, foi retumbante e ela decidiu investir em uma loja.
    Taciana inaugurou a Brigaderia em 2010 em São Paulo. Em pouco mais de dois anos, ela multiplicou as lojas, quiosques e pop-up-stores (unidades temporárias de comércio). O faturamento saltou de R$ 5 milhões em 2010 para R$ 10 milhões no ano seguinte e a previsão é encerrar 2012 com R$ 13 milhões.
    Além disso, a empresária vai inaugurar uma nova fábrica, que produzirá 50 mil docinhos diariamente para abastecer todas as unidades da marca, que deve virar franquia em 2014. “Será uma espécie de Fantástica Fábrica de Brigadeiros, onde as pessoas vão poder interagir e entender o doce”, revela a empreendedora.

    Estratégia
    Taciana investe em sua fábrica para reduzir custos, mas há empresários que apostam na maneira como o doce é apresentado ao consumidor para ganhar espaço.

    O Ateliêr M. Azevedo, de São Paulo, até pouco tempo atrás vendia somente brigadeiro de colher em embalagens não convencionais, como potes e bisnagas. “Com o tempo, os clientes começaram a pedir para que eu também fizesse as famosas bolinhas”, diz Mari Azevedo, proprietária do estabelecimento.
    A família portuguesa Rodrigues, que comanda a empresa Beijo Doce, no entanto, não pensa em vender brigadeiro no formato tradicional tão cedo.

    Elias de Jesus e sua mãe, Ester, tiveram algumas tentativas de negócios fracassadas até que decidiram investir no docinho brasileiro.

    Na primeira encomenda que foram entregar, os doces amassaram. O contratempo, entretanto, resultou em uma nova aposta: o brigadeiro quadrado. Deu tão certo que hoje a empresa distribui seus docinhos em mais de 700 pontos espalhados por São Paulo.

    Fonte: Estadão PME

    Panificadora drive thru pode render 14 mil reais por mês


    Pani  drive thru- Partiu Plano B


    A ideia de uma panificadora drive thru, onde você compra pão, sem sair do carro, é dos paranaenses César Augusto Bonato e Robson Bonato Ribas. Os dois primos, que atuam  no ramo da construção civil, começaram a pensar em um Plano B para comprar pão porque têm filhos pequenos e perceberam no dia a dia a dificuldade de parar na panificadora quando estavam com os bebês. “Tem que tirar a criança da cadeirinha, enfrentar chuva, frio, esperar na fila. Assim começou o nosso projeto”,explica César.

    Pani drive thru- Partiu Plano B


    Foram dois anos de estudo até chegar ao formato que está em teste em Curitiba. O projeto modelo já vende 500 pães por dia, além de pão de queijo, bolos ,doces e salgados. “Em um mês vendemos 1.500 coxinhas já perdemos a conta de quantos pães de queijo”,comemora o empresário.

    Pani drive thru- Partiu Plano B


    Segundo César, o sucesso é uma prova de que a franquia pode ser um bom negócio para quem está procurando uma ideia, um Plano B. A franquia custa R$165.000,00, com os equipamentos, primeiro pré-estoque e divulgação de 15 dias. E apesar dos empresários também darem assessoria em relação ao ponto, se alguma coisa não der certo eles conseguem mudar toda a estrutura em 2 ou 3 dias. A previsão de retorno do investimento é de 15 meses, com rentabilidade de 60 mil e lucro de 14 mil reais por mês.

    Pani  drive thru- Partiu Plano B


    A estrutura consiste em dois containers. No que fica em cima são instalados os fornos que assam os pães e onde trabalha um funcionário. Na parte de baixo, o atendimento é feito por dois funcionários. O desafio é fazer um atendimento em um minuto. E eles estão tendo que se agilizar mesmo. Nos horários de pico, 40 carros chegam a passar pelo drive thru. O  Igor e o Catalão  garantem que dão conta.

    Pani  drive thru- Partiu Plano B


    E a ideia, que nasceu de uma necessidade do César e do Robson de facilitar a compra de pão quando os dois estivessem com os filhos, acabou agradando outros pais.  “70% dos cliente  que passam na franquia são pessoas que têm bebê no carro, a maioria mulheres”, conta o empresário. Os primos comemoram o sucesso da ideia e já estão analisando alguns pedidos de compra da franquia que, segundo César, ainda tem outra vantagem: “Não tem crise pra pão”.

    As dicas do César

    -Tem  que ter disposição para trabalhar você vai acordar cedo, dormir tarde e trabalhar domingo. Quanto mais trabalhar mais vai ganhar
    -Nós temos um estudo que vai ajudar na escolha do ponto, mas o próprio dono da franquia pode usar a experiência pessoal, se ele é do bairro, se conhece a vizinhança. 50% do negócio é o ponto
    – Nosso modelo de atendimento tem por base redes gigantes que conseguem preparar lanches completos em poucos minutos.O investimento em sistema e treinamento de pessoal é essencial para que o modelo funcione

    facebook.com/paniexpress


    Brownie Recheado com Nutella



    Ingredientes

    Modo de preparo da receita Brownie Recheado com Nutella

    1. Forre uma forma com papel manteiga, e com a ajuda de um colher, faça bolinhas de Nutella (não se preocupe com o formato) e leve ao congelador enquanto faz a massa
    2. Coloque a margarina na batedeira e bata um pouco, adicione o açúcar mascavo e bata mais um pouco, até virar uma massa
    3. Adicione os ovos e a baunilha, bata um pouco e adicione o chocolate em pó
    4. Acrescente a farinha e o fermento e continue batendo até virar uma massa homogênea
    5. Coloque as 100g de Nutella e mexa com uma colher
    6. Espalhe a massa sobre uma forma untada e enfarinhada
    7. Espalhe as bolinhas de Nutella sobre a massa, afundando levemente, (não precisa afundar, ela vai ficar sobre o bolo mesmo)
    8. Leve ao forno com fogo médio por aprox 25 min
    9. Espere esfriar completamente e sirva!
    Fonte: Receita da vovó

    Cariocas faturam com sacolés de cachaça e vodca



    Com termômetros beirando os 40°C, a estação mais quente do ano chegou sem dar trégua até para os mais entusiastas do calorão. Para faturar uma grana extra com o verão, alguns empreendedores se valeram da criatividade e resgataram um antigo conhecido dos cariocas, o sacolé. Não que a cerveja tenha perdido seu posto, mas a iguaria, sempre bem geladinha, está nas praias, nos blocos pré-carnavalescos, nas quadras de escola de samba, e ganhou misturas alcoólicas que vão muito além da polpa da fruta.

    Fábrica do Helado Carioca foi montada no apartamento vazio da avó (Foto: Arquivo pessoal) 
    Fábrica do Helado Carioca foi montada no
    apartamento vazio da avó (Foto: Arquivo pessoal)
    Com mestrado em marketing, a carioca Luna Paladino, de 28 anos, deixou seu emprego em São Paulo, voltou para o Rio de Janeiro e oficializou em dezembro de 2014 a produção do Helado Carioca. Ela conta que a ideia de produzir sacolés com vodca começou há três carnavais, mas era tratada como diversão anteriormente.

    “Eu usava o dinheiro que ganhava com os sacolés para viajar, passar férias, e tentava não mexer no dinheiro que eu ganhava com meu emprego. Mas eu cansei de trabalhar para os outros, decidi acreditar no potencial do meu negócio e usar tudo que aprendi”, explica ela, que montou sua "fábrica" no apartamento vazio de sua avó.

    'Chupa que é de uva'
    Uva, mate com limão, coco com menta, açaí com banana são alguns dos sabores do Helado Carioca, e cada saquinho custa R$ 3 (sem álcool) e R$ 5 (com vodca). Luna, que trabalha com mais uma sócia, diz que conseguiu faturar R$ 3 mil por dia no carnaval do ano passado e que pretende ganhar R$ 5 mil por dia em 2015.
    Marina Martins e Oliver Barcellos criaram o Caipilé Carioca (Foto: I Hate Flash) 
    Marina Martins e Oliver Barcellos criaram o Caipilé
    Carioca (Foto: I Hate Flash)
    O designer gráfico Luciano Barros, de 42 anos, aposta na cachaça desde 2007 para manter e conquistar mais clientes com o “Sacolé Chupa Neném”. Ele, que se desdobra entre o trabalho de designer e sua “empresa familiar”, como ele próprio denomina, trabalha com encomendas e todas as sextas-feiras e sábados na quadra da Acadêmicos do Salgueiro, na Tijuca, Zona Norte do Rio.

    “Parei de vender na praia porque era muito desgastante e o Salgueiro fica bem na rua onde eu moro. Vendo sacolé de coco, limão, maracujá e chocolate. Todos com cachaça de boa qualidade, a R$ 4”, garante ele, que pretende faturar R$ 8 mil no carnaval.

    O casal de namorados Marina Martins, de 28 anos, e Oliver Barcellos, de 29, criou em 2011 o Caipilé Carioca. A ideia nasceu quando decidiram levar, para consumo próprio, sacolés com álcool para os blocos de carnaval. Hoje eles vendem cada um por R$ 6.

    “Sempre gostamos de carnaval de rua e um dia quisemos fazer algo diferente. A cerveja fica quente muito rápido, é diurética, e quisemos pensar numa alternativa. Todo mundo gostou, porque a vodca era boa e as pessoas começaram a pedir para eventos”, conta Marina, que hoje trabalha com festas, aniversários e até casamentos.

    Luciano Barros vende sacolés com cachaça na quadra da escola de samba Salgueiro (Foto: Arquivo pessoal) 
    Luciano Barros vende sacolés de cachaça com fruta na quadra do Salgueiro 
    (Foto: Arquivo pessoal)
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